A Menina que Acreditava em Príncipes.

18/09/2014 20:42

    Conto aqui a vida de uma menina, que acreditava no amor, em principes encantados arrrebatadores e que sabia que longe de sua morada havia seu complemento de alma de vida e de caminhada. Ela muito pacata e reservada sempre buscava essa idealização, mas ao mesmo tempo mantinha uma rotina em que trabalhava, estudava e muito pouco saia de sua morada, pois não sentia-se atraida em outros lugares. 

   O tempo passou e aos dezoito anos de idade veio sua primeira paixão era aqueles amores que somente ela sabia a outra pessoa nunca ficou sabendo, uma paixão que existia somente dentro dela.O tempo passou e veio seu primeiro beijo, não foi por amor somente a ansiedade, pois precisava ter essa experiência. Passaram cinco anos e aos vinte e trez anos essa menina precisava se encontrar ainda era ingênua e percebia que aquele mundo não era seu, mesmo assim essa menina forçava suas atitudes e seu modo de pensar para poder ser um pouco parecida com o mundo que vivia. Aqui essa menina mesmo sem amor deixa sua ingenuidade para traz e segue buscando seu complemento.

   Passaram-se cinco anos e aos vinte e oito anos ela encontra seu primeiro amor e namorado de sair de mãos dadas, ser apresentada para amigos, frequentar sua casa e trazer o sorriso aos seus lábios. Mas o tempo foi curto durou um mês e todo aquele sonho passa ser pesadelo, pois essa menina descobre que estava sendo enganada e seu belo castelo de areia desmorona.

   A partir deste momento essa menina resolve não mais ofertar seu coração e passa a viver seu dia  a dia sem perceber que anos se passavam e seu principe não aparecia.

  Mas aos quarenta e oito anos surge seu principe não veio em cavalo branco, mas colocou flores em seu coração, em sua vida, Agora não mais menina, mais que ainda acredita em principes, em amores arrebatadores e que via ali a realização de toda sua vida em segundos.  Foi um periodo curto de quatro meses, que apesar de todo seu esforço evaporou-se como uma brisa que suavemente bate em seu rosto e some sem deixar vestigio.

   Essa menina junta seu coração e aos cinquenta anos agora percebe que nunca deixou de ser menina, nunca deixou de acreditar em principes e que seu coração nunca vai deixar de amar. Sil

 

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